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DavidHenrie: Took the Camero out over the weekend! Any1 else love old cars? #mybaby

DavidHenrie: Took the Camero out over the weekend! Any1 else love old cars? #mybaby

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Damn It, Blaine

b-blaine:

 A cada segundo que passava, pareciam minutos. E assim eles iam. Segundos e mais segundos. Ou, minutos e mais minutos. O que importa, era que minha cabeça estava pra explodir, e eu sentia que podia chorar a qualquer momento. Me sentia fraco, com medo de desabar ali mesmo. O que aquele garoto não fazia comigo? Com meu psicológico? Essa era questão. Ou, não. Talvez, seja ao contrário. Eu o fazia sofrer, e nesses longos segundos, eu pensei se deveria subir pra tentar algo novamente. Ou se deveria subir pra me desculpar, e deixá-lo em paz. Bastava de sofrimento pra mim. Pra ele, principalmente.

 Quando o mesmo gritou com uma certa agressividade na voz, senti um baque no cérebro e pisquei algumas vezes. Senti minha respiração voltar ao normal, e eu abrir as mãos, que, estranhamente, estavam fechadas, muito bem cerradas. — Ok. — Falei baixo. Ou, talvez, nem o tivesse feito, pois o fiz muito, muito baixo. Dei dois passos de ré, e depois dei uma volta, andando devagar e aumentando o ritmo gradativamente. Quando saí dos fundos de sua casa, dei passos bem apressados e logo estava na porta de sua casa. Não bati na porta, apenas a abri devagar, e dei passos leves até dentro. A escada, bem próxima à porta, levava ao quarto de Justin, e eu nem me liguei em olhar pro resto, apenas mirei a escada por alguns segundos, e fechei a porta atrás de mim, dando passos rápidos para subir a escada. Isso me fez lembrar as outras três vezes que estive ali. Mas, não importava agora. Nada importava. Só queria encontrá-lo lá em cima, e ver como a conversa se desenrolaria. O que me restava, era segurar o nervosismo e tentar ser o mais franco possível.

 Assim que parei atrás de sua porta, senti um forte frio na barriga. Era impossível não sentir aquilo. Eu deveria saber, até. Justin Finkle estava lá, do outro lado daquela porta, e talvez, ele já havia desistido de tudo que talvez um dia podíamos ser. Mas, agora, eu estava aqui, disposto a tentar mais uma vez. Mesmo que das últimas três vezes, fora eu quem estragara tudo também. Me sentia um lixo. Aspirei fundo, e depois soltei o ar lentamente. Levantei o punho direito, e bati na porta, bem devagar. Sabia que ele ia ouvir de uma maneira ou de outra. — Ei… Posso entrar?

Diálogo

Assim que Blaine sai do quarto o Jus pega o despertador que estava em cima do seu criado mudo e atira em direção a porta, soltando um berro junto. O garoto deitou em sua cama e começou a socar seu travesseiro. As lágrimas escorreram pelo seu rosto. Agora ele tinha perdido Blaine para sempre, e não sabia como iria se recuperar disso. Depois de mais uns socos o moreno começou a arranhar seu corpo despido, deixando várias marcas vermelha pelas costas e peitoral. Não levantaria dali pra mais nada. Ele não sabia se conseguiria mais viver em Lima, tudo que ele queria era fugir.

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Damn It, Blaine

b-blaine:

— Atende, vai… Eu sei que você está aí. — Falei, como se estivesse dizendo pra mim mesmo. Eu sabia que ele estava lá, e estava apreensivo. Eu me sentia nervoso, então começava a falar comigo. — Por favor, Justin. — Comentei baixo. Não queria gritar. Não queria ser preso. Vai que algum vizinho chama a polícia? O barulho lá estava alto, e a voz do menino ecoava, de algum modo, pela janela fechada. Depois de jogar umas 8 pedras, decidi parar e respirar mais um pouco. E pensar. Mas, pensar de um modo coerente. Nas últimas horas, meus pensamentos estavam bagunçados, e eu tentava pensar tudo de uma só ver. Eu estava pra perder Justin, e eu não queria isso. E, também, sabia que, talvez, não teria como consertar isso. Pois, dessa vez, eu estraguei tudo bonito. Novamente

 Alguns minutos depois, ouço alguém cantar e olho pra cima. Era ele. Parecia muito bonito. Estava muito bonito. Mas, não conseguia ver sua face. Eu ia falar algo, mas estava nervoso. Como estava com uma pequena pedra na mão, decidi tacar na janela, que estava aberta, mas eu acabei acertando o rosto do menino. E, ele parou de cantar na hora, olhando pra baixo e me xingando. No momento que a pedra atingiu o rosto do garoto, eu me assustara e dei um passo repentino pra trás, com o coração palpitando. — Oh. — Gemi baixo, com pena do menino. — Perdão. — Falei sussurrante. Pisquei e olhei pra cima, e ouvi o xingamento, e também o que ele falou depois. Aquela sentença me deixou mais pra baixo ainda, e me deu muita vontade de chorar. Mas, eu não podia simplesmente bancar o bebê chorão ali. Preciso ir até lá. Tocá-lo. Tentar conversar…

— Justin! — Disse, alto. — Foi sem querer. Desculpa. Desculpa. — Naquele momento, estava me desculpando pela lesão física que havia feito nele. Mas, agora, precisava pedir desculpas por outras coisas. Antes dele ter a chance de me xingar mais vezes. Então, rapidamente, repeti a mesma coisa: — Me desculpa. Por… Aquilo. E, tudo. E… — Eu ia começar a enrolar as coisas, e falar tudo ao contrário. Respirei e fechei os olhos, com receio de olhar pra cima e ter um olhar de reprovação de Justin. — P-por favor. Deixa eu subir. — Disse de cabeça baixa, mas em um tom alto. — Eu preciso falar com você, Justin… — Comentei alto, e olhei pra cima, e o jeito que o garoto me olhava, realmente me deixou magoado. Não sei como conseguia encará-lo, mas era o que eu fazia agora. E, meu pensamento se dividia, em como eu sentia um forte sentimento por ele, e em como ele era belo. Abri um pouco a boca, procurando dizer algo, mas o que me faltava era a resposta. Ou eu subia pra conversar, ou eu ia para o rio mais próximo. Me jogaria, e voltaria meses depois. Pra, quem sabe, tentar algo mais uma vez.

Eu estava realmente estressado, minha maior vontade era socar Blaine, mas estava lutando contra o desejo de beijá-lo loucamente. Aquela cara que ele sempre fazia quando pedia desculpa. Ele ficava tão fofo, tão frágil, queria abraçá-lo, mas precisava ser forte. Estava muito magoado, muito mesmo. Meu queixo nem doía mais, só sentia uma leve pontada aonde a pedra tinha acertado, mas continuei com a mão no queixo e fazendo cara de dor. Drama é o maior artifício que eu possuía e usava sempre que podia. 

Não sabia se deixava Blaine entrar ou não. Se ele se aproximasse de mim, eu acabaria sedendo e dando outra oportunidade dele fazer tudo aquilo de novo, como havia se repetido outras vezes. Quantas vezes eu já tinha o desculpado nesse mesmo quarto. Continuei olhando para o garoto, agora o mesmo com cabeça abaixada. 

─ A porta tá aberta! ─ Gritei! Coloco a cabeça pra dentro do quarto novamente e desligo a música no meu computador. Agora era só esperar Blaine subir e esperar que ele não veja os cacos de vidro lá embaixo. Não quero que ele pense que fiquei quebrando coisas por ele. Sento me na cama olhando para a parede, e fico esperando o moreno chegar. 

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# Blustin# Damnitblaine




Damn It, Blaine

b-blaine:

 Novamente. Aconteceu novamente. Eu não sei porque, mas eu cedi à Rachel novamente! Eu não, exatamente, queria aquilo. Eu não queria ter ficado com ela a manhã inteira, ou ter, “simplesmente”, furado com Justin pra ir almoçar com ela. Tudo estava, muito, muito bem entre eu e Justin. Estávamos seguindo um ótimo caminho. Do jeito que devia ser. Mas, de algum modo, com Rachel… Eu me sinto seguro. Não que Justin me tire a segurança. Mas, a minha relação com Rachel sempre me pareceu uma opção mais apta e segura. Eu não teria que enfrentar problemas de “aceitação” por estar com um cara do mesmo sexo. E, tudo seria mais fácil(?). E, nessa manhã, ela simplesmente passou pelo corredor e deu aquele sorriso. Tá, foi pra outro alguém, mas durante o mesmo, ela me localizou e trocamos olhares. E, por segundos, eu esqueci o porque estava mexendo no meu armário e me virei pra observá-la. E, estranhamente, ela havia gostado daquilo e continuou olhando, deixando o sorriso sumir do seu rosto lentamente. Não chegou a parar pra conversar, mas o modo que havia me olhado, me fez simplesmente apagar tudo de útil da minha cabeça, e preencher com Rachel Berry.

 Tudo foi rápido demais. E, então, eu estava lá, sentado com ela, no refeitório. Logo depois, eu tinha aula de Educação Física, e lembrei das aulas passadas. Que, me lembravam Justin, pois ele sempre estava lá. Nunca, nunca faltava. E, eu sempre o assistia. O que era estranho, era ele não estar lá. Não naquele dia. E, não demorou mais de 10 minutos de aula pra eu sentir sua falta e ir procurá-lo. Foi no caminho de seu encontro, que me senti mal pelo o que tinha feito. Faltar a um encontro? Tudo bem. Mas, não se foi pra ficar com outra pessoa. Não, apenas, outra pessoa, mas uma pessoa que eu tinha um tremendo interesse, afeto e atração. Ele, com certeza, estava me odiando. E isso me matou durante todo caminho. Até eu encontrá-lo, e perceber o quanto estava perdendo. Naquele momento. Na quadra. Enquanto cantava um dueto com ele.

 Aqui estou, agora. Tentando não chorar, e não deixar a situação sair do controle. Assistir Justin sair com aquele ar de desinteresse era algo que estava me matando por dentro. E, por pouco, eu não gritei e corri atrás dele. Mas, do que adiantaria agora? Eu estraguei tudo, novamente, e ele estava indo. A tristeza me atingiu logo, e eu me virei de costas, voltando pra aula. Era a única coisa que ia me distrair. 

 Um pouco mais de uma hora havia passado, e eu ainda estava muito chateado. Rachel havia vindo falar comigo, mas eu simplesmente havia falado que tinha um grande compromisso e que não poderia ficar com ela durante a tarde. E, nem durante a noite. Segui pra onde eu estava indo. Era intervalo, e eu precisava falar com ele. Lucca, o “irmão” de Justin. Não demorou pra eu achá-lo sentado no pátio, com mais dois garotos meio estranhos. — Oi? Posso falar com você? — Disse meio receoso. Por mais que nossa briga tenha terminado há um tempo, ainda era muito estranho ter uma conversa com ele. — Er… Claro. Já volto. — Ele assentiu pra mim, e pediu seus amigos para esperarem. Perguntei a ele se havia visto Justin, mas ele disse que não. E eu pedi pra ver se conseguia ligar pro mesmo, e Lucca tentou, mas simplesmente não consiga. E assim, eu também. Já havia tentado umas 6 vezes, e o seu número caía na caixa de mensagens.

 O que me restou, foi sair correndo da escola. Eu não havia nem mesmo checado meu armário, ou pensado nas próximas aulas. Simplesmente tinha que ir checar se ele estava em casa. Pois, ele, com certeza, não estava na escola. Eu havia rodado por ela durante uns 30 minutos. Entrei no carro, e em poucos minutos, estava em frente a casa de Justin. Eu estava nervoso. Afinal, o que estava fazendo ali? Esperando por um soco, ou chute? Porque, eu quase havia recebido isso na nossa “conversa” da quadra. Respirei fundo e deixei tudo que era meu no carro, seguindo para a porta de Justin. Bati diversas vezes, sem pensar muito, e não recebi nenhuma reposta. Nem mesmo um xingamento. Ou, o atendimento de sua tia. Provavelmente, não tinha ninguém em casa. Respirei lentamente, e tentei me acalmar. Eu não tinha nenhuma pista de onde ele poderia estar. E então, o silêncio se instalou, e com atenção, ouvi uma música. Ao segui-la, fui parar nos fundos da casa do garoto, e percebi que a música vinha de seu quarto. Resolvi pegar algumas pedras do seu Jardim, e jogar em sua janela. Talvez, ele poderia me atender, e… Não sei. Jogá-las de volta? Na minha cabeça?

Não tinha vontade de levantar dali nunca mais, minha cabeça latejava. Blaine estava em meus pensamentos. Não sabia o que estava sentido pelo garoto, se era ódio, ou falta dele. Mas uma coisa era certeza, estava com vontade de socá-lo. Com certeza ele nem tinha ligado para o que eu havia dito e estava curtindo o fim do dia com a Rachel, aposto que eles mataram aula para ficarem juntos. Esses pensamentos estavam me corroendo. Sentei no sofá e peguei uma bola de vidro que estava na mesinha de centro e joguei longe. Só ouvi o barulho do objeto quebrando. Peguei minha mochila e subi para o meu quarto. Depois me explicava com a minha tia. Com certeza eu iria ouvir outro discurso de como eu andava violento e que precisava de tratamento. Mas isso era mentira, eu estava bem, Blaine que me deixava assim.

Já no meu quarto, joguei minha mochila em um canto e peguei meu celular e vi as horas. Tirei aquele shorts que estava e minha camisa, ficando apenas de cueca. Vesti uma calça jeans e continuei sem camisa. Deitei na minha cama e fiquei ali por alguns minutos. Levantei e fui até a janela, observei Spike por alguns minutos e depois caminhei até o banheiro. Me olhei no espelho e comecei a rir, rir de raiva, e depois do riso comecei a chorar. Chorar mesmo, de soluçar. Saio dali com lágrimas ainda nos olhos, ligo meu pc e entro no karaokeparty.com. Precisava cantar algo, só assim eu conseguia colocar tudo pra fora. 

Passei os últimos minutos achando uma música que servia para o momento. Então achei uma perfeita: Lies. Escolhi ela, demorou 5 segundos para carregar a música e mais 5 para começar. Esperei a intro acabar e as letras começaram a surgir na tela: 

"You’re never gonna love me
So what’s the use?
What’s the point in playing
A game you’re gonna lose?
What’s the point of saying
You love me like a friend?
What’s the point of saying
It’s never gonna end?”

Cantei calmamente essa parte, queria sentir a música, me absorver com o que ela transmitia.

"You’re too proud to say that you’ve made a mistake

You’re a coward till the end
I don’t wanna admit, but we’re not gonna fit
No, I’m not the type that you like
Why don’t we just pretend?”

─ Lieeeeeees ─ Me levantei e comecei a andar pelo quarto. ” ─ 

Don’t wanna know, don’t wanna know oh
I can’t let you go, can’t let you go oh
I just want it to be perfect
To believe it’s all been worth the fight
Lies, don’t wanna know, don’t wanna know oh ─ Sentei na beirada da minha cama, apoiei meus braços sobre minha pernas, abaxei minha cabeça e continuei:  

"You only ever touch me
In the dark
Only if we’re drinking
Can you see my spark
And only in the evening
Could you give yourself to me
Cause the night is your woman
And she’ll set you free” 

Minha cabeça girava, estava possuído pela música, cantava de olhos fechados e rodando minha cabeça. “Lieeeees, I cant let you go” Fiquei de pé no meu quarto e comecei a girar. 

"You’re too proud to say that you’ve made a mistake

You’re a coward till the end
I don’t wanna admit, but we’re not gonna fit
No, I’m not the type that you like
Why don’t we just pretend?”

Ouço o barulho de alguma, e no começo ignoro, mais o barulho continua. Não queria parar de cantar. Estava em uma harmonia perfeita. Mas aquele barulho estava me Incomodando. Fui até a janela e olhei para o horizonte. Como não vi nada e achei que o barulho era coisa da minha cabeça continuei a cantar: 

"Lies, don’t wanna know, don’t wanna know oh
I can’t let you go, can’t let you go oh
I just want it to be perfect
To believe it’s all been wor…”

Antes de eu terminar de cantar sinto uma pedra atingindo meu queixo. ─ Porra! ─ Gritei. Exclamando de dor. Coloquei a mão no queixo e olho para baixo, e vejo Blaine, parado com cara de “foi sem querer” ─ Ótimo! Não bastava machucar meu coração, tinha que machucar minha cara também?” ─ Disse sendo um pouco dramático.

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# Blustin# Damnitblaine




Damn It, Blaine

Mirei na saída do ginásio e caminhei até lá com passos firmes, sem olhar para trás. (Se bem que o desejo de dar uma espiadinha no moreno era grande.) Estava me sentindo bem comigo mesmo. Havia cansado de ser um brinquedo para Blaine. Droga! Eu tenho sentimentos. Marcar de almoçar comigo e aparecer no refeitório com ninguém menos que Rachel Berry foi a gota da água. Sempre achei que Santana aumentava as coisas quando falava daquela baixinha nariguda, mas vejo que agora ela tem razão. Rachel não passa de uma cobra engenhosa.

Passo pelos corredores vazios da escola, todos provavelmente estão em aula. Estava com tanta raiva que nem lembrei de trocar de roupa. Continuava com aqueles calções que pareciam ter sido feito para um cara de 181 quilos. Vou até meu armário, e erro o código umas três vezes, com raiva e sem paciência pra tentar de novo, começo a chutar e dar socos no armário, fazendo um grande barulho pelos corredores deserto. Só paro com esse ato de rebeldia quando ouço chamarem meu nome. Não olho da primeira vez. Então se repete: “JUSTIN FINKLE!” Olho irritado e vejo a ruiva no final do corredor me chamando com o dedo. Emma era última pessoa com quem eu queria conversar agora. ─ Não abre! ─ Digo, tentando parecer calmo, quando na verdade eu queria explodir aquela escola, e me certificar de que Blaine e Rachel estariam ali na hora da explosão.

A Sra. Pillsbury se aproxima de mim e pede para mim dizer o código do armário para ela. Faço isso, e ela abre ele calmamente, sem esforço nenhum ─ Que tal passar na minha sala depois Justin. Acho que precisamos conversar. ─ Disse ela com um tom de voz bem calmo. ─ Não posso! ─ Respondi com aspereza. ─ Estou indo pra casa agora! ─ Disse enquanto pegava minha bolsa e colocava meus fones no ouvido. ─ Talvez amanhã. ─ Disse lançando um sorriso para a ruiva e sai andando em direção a saída, sem me importar se Emma iria dizer algo ou não.

Finalmente eu estava fora daquele lugar que tinha se tornado um inferno para mim. Agora me sentia culpado por nem ter dado um direito de resposta a Blaine, mas ele merecia isso. Ele já havia brincado o suficientemente com o meu coração. No meu fone tocava “Rock God” música da Katy Perry, mas cantada pela Selena Gomez. Essa música me ajuda a desestressar. 

Quando chego em casa meus sentimentos já havia mudado, começo a sentir falta de Blaine, e me sinto mais culpado ainda pra ter agido com ele daquela maneira. Mas meu orgulho não deixaria eu dar o braço a torcer. Minha tia estava trabalhando, Lucca na escola, e eu tinha a casa inteira pra mim. Me joguei no sofá com bolsa e tudo. E por ali permaneci, para tentar organizar meus pensamentos, e ver o que eu faria em seguida.

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# Blustin# Damnitblaine




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# me# mustache




Reharsal. @ Loustin

louis-chamberlain:

Fiquei extremamente contente, Justin conseguiria me ajudar exatamente com o que eu precisava. Enquanto ele foi buscar as tintas, eu fiquei esperando por um tempo. Mas bem, eu não ia poder fazer tudo aquilo sozinho. Mandei uma mensagem de texto para algumas Cheerios da equipe do Glee Club, que concordaram em me ajudar se eu fosse às compras com elas um dia. É claro que aceitei, eu adorava comprar e adoraria mostrar à elas que o meu gosto é melhor do que o delas. E que o meu limite do cartão é maior do que o delas, e que eu posso comprar mais do que elas, porque, bem, eu sou Louis Chamberlain, a maior estrela que essa escola pública já viu e uma das maiores que ela verá em anos. Eu as vezes me surpreendo que ninguém tenha me arrancado daqui ainda e me colocado na Broadway, sério, porque eu sou absolutamente perfeito para a Broadway. Estou totalmente acostumado com os holofotes e eu mereço muito mais do que qualquer uma daquelas vadias que fazem sexo com os diretores por papeis que não são tão importantes para as tramas das peças e… Tomei um susto com o retorno de Justin, e essa devia ser a melhor hora para parar de pensar em mim como a maior estrela do universo, o que era verdade, e pensar em como destruir aquele ridículo com gel de cabelo em excesso. 

As tintas eram perfeitas. Eu não ia usar em mim, não me atreveria a pintar meu rosto. Eu acho. Nem a usar uma peruca, verdade. Mas as Cheerios ficariam perfeitas naquelas cores. Elas entraram pela porta da frente da sala do coral. — Meninas, que bom que chegaram rápido! Obrigado Justin, você foi muito gentil. Agora, que tal vocês já levarem essas tintas e algumas perucas também, eu sei que vocês usavam umas azuis em uns treinamentos de Cheerio com aquela música da Katy Perry, California Gurls. Eu acho que essa apresentação vai ser a melhor que esse clube já viu.— Bati palmas para mim mesmo, porque eu sou genial. Dali em diante, as meninas foram saltitantes com toda aquela tinta embora, e com os pequenos tubos de neon também. Me virei para Justin e agradeci novamente. — Obrigado Justin. Acho que agora sim, tenho tudo pronto, para deixar o novato no lugar dele. Não que ele seja bem um novato, eu acho, mas eu só o notei agora que ele pisou no meu caminho. — Dei de ombros. Se eu tinha um único propósito naquela escola agora, era o de mostrar para aquele estranho naquela gravata feia e naquela calça colorida apertada, de que ninguém podia mexer com o meu namorado e sair impune.

Entro na sala do coral sem fazer muito barulho e vejo Louis lá, perdido em seus pensamentos. Observo um pouco o rapaz antes de anunciar minha chegada. Ele parecia tão convicto de si em seu mundo. Por um segundo tive o desejo de poder ler os pensamentos alheios, mas esse desejo passa em seguida e um grande sorriso surge em meus lábios.
Estendo a sacola com as tintas e as luzes de neon para o rapaz pegar, mas antes que ele possa fazer isso várias cheerios invadem a sala. Fico me perguntando o que elas estariam fazendo ali, até Louis dar uma ordem e percebo que elas também estariam no show, mas como dançarinas de fundo. Louis Chamberlain jamais permitiria que alguém se sobressaísse a ele em alguma coisa. Sorrio quando ele me agradece pelas tintas, e sinto meu rosto corar levemente quando ele diz que sou gentil. Eu estava feliz em ajudar Louis, sempre achei que tivesse um clima estranho entre a gente, mas começo a pensar que isso possa estar mudando. Louis me agradece mais uma vez e respondo com um: “Não foi nada de mais”. — Mostra pra esse novato quem é Louis Chamberlain. — Digo entusiasmado. — Não vejo a hora de ver a sua performance. — Acrescento e mais um sorriso surge em meus lábios. Não sei se Louis precisaria de mais alguma ajuda, então resolvo perguntar: — E ai Louis, vai precisar de mais alguma coisa? — Não tinha nada pra fazer mesmo, e não me incomodaria de fazer mais um favor para o rapaz. Não queria voltar para a sala, nem sair pelo pátio do colégio com a possibilidade de encontrar Blaine no primeiro corredor que eu virar. Se Louis não precisar de mais nada, com certeza vou para o banheiro masculino e ficar lá até a hora do glee clube começar.

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Reharsal. @ Loustin

louis-chamberlain:

Depois de um tempo em silêncio, finalmente Justin falou alguma coisa, quando eu expliquei, meio que por cima, a situação toda pra ele. Não ia entrar muito em detalhes, eu sabia que ele era meio que um amigo de Samuel, e assim, podia acobertar qualquer coisa que o meu namorado fizesse e que não quisesse que eu soubesse, além de contar alguma informação pra ele. As vezes eu me sinto como um espião daqueles filmes, que tem que guardar sigilo sobre qualquer passo dado, pois a qualquer momento alguém pode aparecer e estragar os planos, de uma hora para outra. Estremeci pensando em que alguém podia arruinar meu plano de estragar a apresentação que eu ia fazer, para dar as boas-vindas ao novato ladrão de namorado. Eu ia apenas ensinar pra ele quem é que manda ali, e quem é que obedece. É simples, prático, rápido e agradável. Até porque, todo mundo aqui nessa escola tem uma obsessão por mim, não dá pra entender, na verdade qual todo esse poder que eu tenho de chamar tanta atenção e de ter todos os olhos em mim a cada movimento que eu faço. Eu não participo de nenhum clube relevante, e mesmo assim, ninguém tira meu nome da boca. Deve ser o preço da fama.

Me virei pra ele e comecei a contar tudo. O plano era cantar Super Bass, daquela rapper negra e beiçuda, com olhos enormes e roupas estranhas, Nicki Minaj. Eu adorava essa música e expliquei pro Justin todos os meus planos. Eu tinha acabado de mandar mensagem de texto para algumas das Cheerios que se dispuseram a me ajudar a fazer aquilo. É claro que não ia sair de graça, depois eu ia ter que convencer as minhas mães que permitissem que elas desfilassem na próxima estação. Provavelmente elas não vão deixar, mas até lá eu arranjo uma desculpa. Cheerios são muito burras, elas não fazem questão de lembrar das coisas que estão fazendo, a qualquer momento. Dei de ombros quando terminei de falar, e fiquei surpreso com o que Justin disse, sobre me ajudar a derrubar a vadia, o que eu achei apropriado, por que aquele rapaz me causou quatro problemas hoje. O primeiro, impediu que eu e meu namorado tivéssemos uma boa transa no banco traseiro do carro no estacionamento da escola. Segundo, fez um buraco na porta do meu carro do tamanho de uma cratera. Terceiro, fez meu namorado me deixar quase que falando sozinho pra ir todo alegrinho com ele. E quarto, está me fazendo perder tempo, pois estou pensando em como destruí-lo. Ai, como é difícil ser eu. — Então, Justin, será que conseguimos algumas tintas em neon ou coisa do tipo? Eu gosto daquelas luzes, e tudo o mais. Combina com a música… O que acha? — Perguntei. Já que ele se ofereceu pra ajudar, eu vou aproveitar a ajuda, não é mesmo?

Ouvi tudo o que Louis dizia sobre seu plano. Ele cantaria Supper Bass da Minaj, era uma música que eu gostava muito e estava ansioso para ver como Louis se sairia. ─ Boa ideia! ─ Respondo o rapaz sobre tinta de neon ou coisas do tipo. ─ Acho que sei onde conseguir isso. ─ Disse eufórico. Lembrei de uma vez que pedi ajuda pro pessoal responsável pela montagem de cenário e coisa do tipo quando tem peça na escola e era provável deles terem tintas, luzes em neon e etc. ─ O pessoal responsabilizado pela produção e montagem de cenário deve ter isso. Posso ir ver com eles. ─ Disse já indo em direção a porta. ─ Já volto! ─ Gritei do lado de fora.

Ajudar Louis com isso tirou um pouco Blaine da minha cabeça. E isso era bom, já que a dias que eu só pensava no garoto. Fui direto ao auditório, Lá, atrás do palco, estava o carinha que tinha me ajudado da primeira vez. Conversei com ele e ele topou em ajudar. Ali atrás do teatro mesmo tinha uma porta escrito “Cenário e Figurino” Entramos ali e tinha uma grande variedade de cores em fitas de neon. Peguei as de cores verde, amarelo, azul, rosa e roxo, pra deixar tudo bem colorido, e coloquei em uma sacola de papel que tinha ali no canto da sala mesmo. Agradeci o rapaz e voltei para a sala do clube do coral. De volta a sala, olhei para Louis e lhe entreguei a sacola. Sorri satisfeito comigo mesmo. ─ Acho que essas servem! ─ Continuo eufórico. Estava gostando de ajudar Louis. 

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Reharsal. @ Loustin

louis-chamberlain:

Ergui ambas as sobrancelhas ao perceber que havia sido respondido por alguém, que eu não sabia quem era. Logo ele entrou na sala. Justin Finkle. Eu não tinha intimidade alguma com o rapaz, e provavelmente ele não tinha me ouvido, então estava tranquilo. Eu queria ensaiar mais. Aquilo tudo tinha que ser perfeito. Não podia dar nenhum motivo daquele carinha estranho tomar o meu holofote dentro desse clube com aquelas roupas cafonas. Estamos em pleno século vinte e um, qual o motivo de roupas tão coloridas e chamativas? Dei de ombros e fiz sinal para que Justin se aproximasse e se sentasse em uma das cadeiras ao meu lado. Dei um sorrisinho de canto de boca, me lembrando de como  nos falamos no acampamento. Num tipo de beco entre um chalé e outro, era apertado, e eu estava quase morrendo com o cheiro gostoso que tava saindo dele. Eu sei que eu tenho namorado, mas isso não me impede de gostar do cheiro de outro cara, não é mesmo? Poxa, existe muito homem no mundo. E outra, é só gostar do perfume, não é como se eu levasse o cara pra cama. Eu acho. — Ah… Se eu tivesse licença pra matar, eu posso ter certeza de que aquele cara que arranhou a porta do meu carro e praticamente sequestrou meu namorado, ele estava a caminho da perícia. — Revirei os olhos. Eu não queria falar sobre isso, muito menos com o Justin. Não que ele fosse uma má pessoa, ao menos, eu não achava que ele era agora.

De fato, se eu tivesse licença pra matar há alguns dias, eu tinha matado o Justin também. Eu queria não ser tão ciumento. Mas o Samuel não me ajuda… Ele é visivelmente o cara mais gostoso dessa escola. Eu tenho medo de que ele ache alguém melhor do que eu aqui, e por isso todo esse ciúmes, eu acho. Mas eu não consigo evitar, sabendo que eu não sou uma boa pessoa e sabendo que tem pessoas aqui que são tão melhores do que eu, e eu digo isso no sentido de “pessoas boas”, porque na realidade ninguém é melhor do que eu, pois o fato é de que eu sou melhor do que todo mundo. Mas não torna as coisas mais fáceis. Eu queria trancar Sam em uma bolha. Torná-lo intocável por qualquer pessoa. Fazê-lo ser só meu. Mas isso não parecia viável. Ele não parecia querer ser só meu, sempre arrumava uma desculpa, um alguém pra fugir de mim. As vezes me pergunto se ele me ama de verdade, ou se está só me enganando. Eu queria tanto que ele me passasse segurança… Por que é tão difícil pra aquele homem me dar o que eu preciso? — Problemas com alguém tentando, e no meu caso, mais uma vez, roubar o namorado? — Disse, quase sem pensar. Eu ouvi alguns boatos sobre aquele tal de Blaine com o Justin, mas eu não achava que podia ser a mesma pessoa. Afinal, aquela escola era grande.

Continuei com o mesmo sorriso “sem graça” no rosto. Meio que travei. A primeira e ultima vez que tinha estado sozinho com Louis tinha sido há menos de uma semana atrás em um pequeno espaço entre um chalé e outro. Lembrei de como o garoto exalava um ótimo cheiro, tanto do seu perfume, como do seu hálito, e da rápida conversa que tivemos. Após o sinal de Louis me aproximo dele e me sento na cadeira vazia ao seu lado. Apoio minhas mãos sobre minhas pernas e digo um simples “oi” seguido de um sorriso. Logo em,seguida Louis começa a falar sobre o que tinha ocorrido. Não entendi muito bem, só sei que envolvia seu carro, seu namorado e um estranho que aparentemente estava com Sam agora. Pensei em perguntar para o rapaz me explicar o que tinha acontecido, para que assim eu pudesse ajudá-lo, mas acabei desistindo da ideia. Não tinha intimidade suficiente com o rapaz pra isso. Então ficamos em silêncio por alguns minutos, que pareceu horas. Estava meio desconfortável com aquela situação.

O silêncio foi quebrado por Louis, que disse algo sobre alguém tentando roubar seu namorado. Já tinha ouvido boatos sobre o relacionamento de Sam e Louis. Mas nunca dei importância a tal assunto. Pra mim isso era coisa deles dois e tinham que ser resolvida só pelos dois, sem ninguém ficar se intrometendo, ou ficar espalhando fofocas pela escola. Queria deixar um clima descontraído entre nós dois. Então eu disse: ─ Mostra pra vadia quem manda! ─ Disse em tom de brincadeira e lancei um sorriso para o garoto. ─ E nisso eu posso te ajudar, se você quiser. ─ O clima parecia ter ficado menos pesado depois da minha fala. E acabei me sentindo em um filme adolescente, aonde eu ajudaria a Louis acabar com uma vadia qualquer.

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# loustin




Reharsal. @ Loustin

louis-chamberlain:

Dá pra acreditar? Ser largado de lado pelo seu próprio namorado pra ficar com um amiguinho qualquer? Ele só faz isso porque sabe que me irrita. Eu podia muito bem ficar lá do lado, mas ele sabia que com certeza não ia me dar atenção e ia ficar todo louquinho com o amiguinho do lado né? É claro que sim. Eu sou sempre o segundo plano. Mas eu ouvi dizer que o carinha novo vai cantar no glee club. Nada mais justo do que uma verdadeira diva para atrapalhar isso, não é mesmo? Diziam que ele era fã de Mariah Carey, e a maior inimiga de Mariah Carey, de acordo com o American Idol, o que era bem óbvio porque a Nicki Minaj era insuportável e ficava interrompendo a Mariah o tempo todo, era a negra que fala tão rápido quanto um processador de um supercomputador. Ou sei lá. Sai da sala de estudos, pensando na música perfeita. Até que Super Bass entrou na minha cabeça como mágica. É claro, eu podia encaixar toda a letra. Cantaria ela pra Sam, e usaria a linha “and yes, you’ll get slaped if you’re looking, hoe" diretamente para aquele amiguinho ridículo dele. O cara aparece do nada, faz um risco enorme no meu carro, atrapalha uma boa transa dentro do carro confortabilíssimo, e ainda por cima de tudo pede pro meu namorado pra ficar sozinho com ele? Vontade de voar nele e arrancar aquela gravata depois de sufocá-lo era o que menos me faltava. 

Mas enfim, eu entrei na sala de coral e comecei a cantar. A música era muito rápida e eu precisava tomar fôlego o bastante pra não engasgar  e nem nada do tipo. Logo, respirei fundo e comecei. Era, até o momento, acústica, mas os rapazes da banda chegaram, e começaram a tentar me ajudar. É claro que não funcionou, a música era extremamente produzida, então, um deles pegou seu computador baixou o instrumental da música. Pra me ajudar, o que é que esse povo não faz? É só mais status pra eles dentro dessa escola. Baixou e colocou pra tocar com o cabo conectado diretamente no amplificador. Como a sala era acústica o bastante, além de a prova e som pelo lado de fora, estava ótimo. Comecei a cantar mais uma vez. Duas. Três. Um copo com água. Exercícios vocais. Mais duas vezes. Mais água. Mais exercícios. Me sentei numa das cadeiras, e comecei a pensar no que é que Sam estava fazendo agora. “Ele deve estar se agarrando com aquele ridículo, de calça colorida e gravatinha borboleta, eu aposto. Aquele… Ugh!” — Qual o motivo de eu não ter tirado licença pra matar ao invés de carteira de motorista? — Falei, alto o bastante pra qualquer um que chegasse me ouvir. Tapei a boca com velocidade, mas já arrependido do que eu tinha dito. Eu já podia imaginar alguém me dizendo que não devia matar as pessoas ou coisa e tal.

Fiquei meio alterado depois da “discussão” com Blaine. Mesmo depois da nossa cena no banheiro, eu ainda estava com os nervos a flor da pele. Por isso não foi fácil passar pelas aulas seguintes sem ser grosso ou estupido com ninguém. Cheguei a discutir com um aluno idiota que ficou atrapalhando a aula de espanhol com perguntas desnecessárias. Eu estava mesmo querendo levar uma advertência, ou até mesmo uma suspensão. Estava cansado, triste, com raiva e queria ir pra casa. Porque tive que prometer ao garoto que assistiria o restante das aulas?

Um pouco antes de terminar a aula eu pedi para o professor se eu poderia sair. Nem esperei ele concordar e peguei minha bolsa e sai da sala. Não estava com paciência pra aprender cálculos, não hoje. Sem saber ao certo aonde ir fiquei perambulando pelo pátio. Olhei no meu horário e vi que a próxima aula seria do clube do coral. Sem nada pra fazer decidi já ir pra sala e esperar o tempo passar lá. Assim que me aproximo da porta da sala ouço alguém que parecia nada contente falando sobre licença pra matar. ─ Sabe que estou me perguntando a mesma coisa ─ quando vi tinha acabado de dizer essas palavras, não foi nada planejado, elas simplesmente saíram. Agora eu precisava entrar na sala e descobrir com que eu estava “falando” ou a pessoa pensaria que o além tinha respondido, e isso não era legal. Entrei na sala, e lá estava Louis Chamberlain. Ele parecia estar ensaiando para alguma coisa, e meio estressado. Queria dizer alguma coisa, mas tinha travado. Esbocei um sorriso meio sem graça. Minha falta de intimidade com o garoto tornava o momento mais constrangedor ainda. 

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Perfect People :: David Henrie

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